Instituto São Cristóvão

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Fetropar e ISC divulgam resultados parciais da pesquisa com trabalhadores

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Para promover uma aproximação com os sindicatos filiados, a Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Paraná (Fetropar) esteve, nos dias 25 e 26, em Dois Vizinhos, Pato Branco e Francisco Beltrão, com os sindicatos da região Sudoeste.

Durante os encontros, foram apresentados os resultados parciais da pesquisa realizada, por meio do Instituto São Cristóvão (ISC), com toda a categoria. Lançada em abril deste ano, o estudo levantou as diversas necessidades dos trabalhadores.

A iniciativa é parte do planejamento estratégico da Federação para 2016. De acordo com o presidente da Fetropar, João Batista da Silva, o resultado é positivo, pois o índice de aprovação dos trabalhadores, perante os sindicatos, tem sido alto.

“A pesquisa, pelo que observei na tabulação, aponta encaminhamentos interessantes e demonstra que a política dos sindicatos está no caminho correto”, avaliou.

João Batista explicou, ainda, que a análise dos resultados é uma espécie de banco de dados para os dirigentes, pois assim é possível pensar em estratégias para o futuro dos sindicatos.

Sindicatos visitados

O diretor do ISC, Munir Varela, explicou que, embora a pesquisa não esteja completamente encerrada e o Instituto esteja tabulando os resultados levantados, as primeiras apresentações foram positivas.

Nos Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Francisco Beltrão (Sitrofab), Sindicato dos Motoristas, Condutores de Veículos Rodoviários Urbanos e em Geral, Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Dois Vizinhos (Sintrodov) e Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Pato Branco (Sintropab), os primeiros dados mostraram que os trabalhadores, na grande maioria, estão satisfeitos.

"Cada sindicato teve características mais marcantes [na pesquisa]. Algo predominante foi a questão da boa aceitação dos sindicatos por parte dos trabalhadores", destacou.

Para ter maior abrangência, a pesquisa foi realizada com trabalhadores rodoviários em postos de gasolina, garagens e terminais rodoviários e urbanos. Por isso, abrangeu filiados e não filiados.

Cooperativas

Durante o encontro, os dirigentes visitaram a Cooperativa de Consumo do Sudoeste do Paraná (Coopercon) e a Cooperativa de Habitação dos Trabalhadores em Transportes (Coohabttran), em Francisco Beltrão. Também estiveram presentes na cooperativa Cresol, com o objetivo de firmar parcerias de créditos para os associados.

Fonte: ISC

 

   

Último dia do curso de formação sindical demonstra a importância da oratória

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O dirigente sindical também é uma liderança, seja junto aos trabalhadores ou perante a sociedade. E um dos instrumentos que os auxiliam nesse processo de formação é a oratória. Mais do que saber falar, a oratória dá destaque para a comunicação entre as pessoas. Por isso, no último dia do curso de Gestão Sindical, os dirigentes sindicais tiveram aula de oratória, com ênfase para a comunicação dentro dos sindicatos.

Ministrada pelo professor Marco Aurélio Pereira, do Centro Nacional de Estudos Sindicais e do Trabalho (CES), o curso destacou como a oratória pode servir de aliada para o dirigente, já que é preciso esclarecer o trabalhador sobre o atual momento político do país. E isso só pode ser feito por meio da comunicação.

De acordo com o professor, a tarefa principal dos sindicatos – no processo de planejamento – é ter o entendimento político, o entendimento de finanças e pensar na administração como fundamental, a fim de que toda a estrutura da organização sirva para o objetivo pretendido: defender os trabalhadores com um projeto de mudança. Da mesma forma, segundo Pereira, a comunicação não pode ser deixada em segundo plano.

“É preciso pensar em estratégias de comunicação. Para pensar em estratégias de comunicação, é preciso entender qual é meu público. E quem é esse público? Ele é mais jovem, ele é mais velho, ele lê? Ele se informa por e-mails, por redes sociais? Só assim eu consigo fazer o meu planejamento. Isso é um processo fundamental”, exemplificou.

Interação

No curso de oratória, os dirigentes fizeram alguns exercícios práticos e dialogaram diretamente com o professor. Para o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Londrina (Sinttrol), Claudemir Moreira, o curso de oratória vai auxiliá-lo na hora de conversar com os trabalhadores que estão na base.

“Dialogar na minha empresa é mais fácil. Se eu for em outra empresa, onde eu não tenho tanto conhecimento sobre os trabalhadores, daí fica um pouco mais dificultoso. E como nós falamos muito com o pessoal da base, a oratória é essencial”, comentou.

Para quem está começando na vida sindical, o curso foi uma oportunidade a mais de ampliar os conhecimentos. O segundo secretário do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de União da Vitória (Sintruv), Emerson José Ferraz Avellar, participou pela primeira vez de um curso de formação sindical e destacou a importância dos temas discutidos durante os cursos.

“Vai melhorar a comunicação com os trabalhadores. Nós, tendo um conhecimento maior, com certeza poderemos passar mais informações para eles”, afirmou.

Resultado

A preocupação do Instituto São Cristóvão e da Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Paraná (Fetropar), ao promoverem o curso de Gestão Sindical e Oratória, era trazer melhorias para a formação do dirigente.

“Durante os três dias teve uma boa participação e interação dos alunos e dos dirigentes. Tudo isso demonstra que o curso atingiu bem a finalidade”.

Para o futuro, a ideia é ampliar a parceria com o CES.

Fonte: Fetropar

   

Segundo dia do curso de Gestão Sindical recupera histórico do movimento sindical

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As formas de organização sindical passam por diferentes transformações ao longo do tempo. No entanto, a essência permanece: a união dos trabalhadores. Mais do que lutar pelos direitos das categorias que representa, os sindicatos possuem um papel importantíssimo na transformação da sociedade.

Baseado neste conceito, o professor Renato Bastos abriu o segundo dia do curso de Gestão Sindical e Oratória, na quinta-feira (11).

Organizado pela Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Paraná (Fetropar), em parceria com o Centro Nacional de Estudos Sindicais e do Trabalho (CES) e com o Instituto São Cristóvão (ISC), o curso promove a formação do dirigente sindical e traz para o debate a atual conjuntura política.

Temas em discussão

Os temas escolhidos para a discussão coletiva, no segundo dia, foram a gestão financeira para as entidades sindicais e a assessoria sindical. Na opinião de Bastos, é preciso entender qual é o momento que as entidades estão vivendo e repensar nas novas formas de atuação.

Para conseguir o diálogo com os trabalhadores, por exemplo, é preciso mobilização e organização. Além disso, é necessário entender que os sindicatos precisam de uma organização classista, o que, nas palavras de Bastos, significa promover luta política, luta econômica e luta ideológica.

Se a luta econômica começa pela batalha nas negociações coletivas, a luta política também precisa fazer parte do papel constante dos sindicatos, pois cabe a eles a função da transformação social.

Segundo o professor, há o problema da falta de comunicação nas organizações sindicais. No entanto, um outro elemento importante contribui para as dificuldades atuais do movimento sindical, que é resultado da conjuntura política das duas últimas décadas.

Trata-se da falta de coesão social, que, de acordo com Bastos, passou a predominar no mundo a partir de 1990, com o fim dos grandes sistemas ideológicos do socialismo. Com o pensamento neoliberal predominante, a mensagem individualista ganha vez.

Se a saída deixa de ser coletiva, os trabalhadores também começam a buscar saídas individuais para os problemas coletivos que atingem a categoria. Logo, a procura pelos sindicatos passa a ser menor, já que não há uma identidade de classe tão alta assim.

O terceiro elemento, conforme aponta o professor, é a falta de comunicação. É preciso chegar até as bases, mas também é necessário dialogar com a própria sociedade. O planejamento e a gestão financeira são saídas para a situação atual.

“O sindicato precisa levantar quem é a categoria que representa hoje, a fim de melhorar a gestão, melhorar a comunicação e sempre ter luta política”, afirmou.

Fonte: Fetropar/ISC

 

   

Curso de Gestão Sindical destaca ameaças e desafios para sindicatos

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“Nunca estivemos tão ameaçados como estamos agora”. A frase resume a fase pela qual passa a organização dos movimentos sociais, e foi proferida pelo professor Geraldo Santana, do Centro Nacional de Estudos Sindicais e do Trabalho (CES), durante a abertura do Curso de Gestão Sindical e Oratória, na quarta-feira, 10.

Promovido pela Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Paraná (Fetropar), em parceria com o Instituto São Cristóvão (ISC), o curso promove a formação do dirigente sindical e o prepara para dialogar melhor com os trabalhadores.

No cenário político e econômico atual – o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga que estão desempregados mais de 11 milhões de trabalhadores – o movimento sindical passa por uma crise. Foi o que ressaltou o professor. Crise essa, na opinião de Santana, que precisa ser superada por meio do protagonismo das organizações sindicais e da atuação ativa junto aos trabalhadores.

E para superar os desafios deste momento, só há uma saída: procurar entendê-los. Por isso, os direitos sindicais e trabalhistas e os processos das negociações coletivas foram temas debatidos no primeiro dia do encontro.

Os desafios são diversos. A própria sobrevivência do movimento sindical como a mais completa e eficaz forma de mobilização em defesa dos interesses e dos direitos dos trabalhadores, a existência dos sindicatos como entidades independentes e os direitos que se constituem a base do Estado Democrático de Direito, implantado pela Constituição Federal de 1988, são aspectos fundamentais da democracia e que necessitam de atenção.

“Hoje, não há um só direito social que não esteja ameaçado. Então, os sindicatos precisam fazer aquilo que fizeram ao longo dos seus 200 anos de trajetória, em determinados momentos com mais intensidade. Agora é a hora de retomarmos a intensidade, que é a mobilização popular.

Para Santana, a esperança está no clamor popular. Por isso, os sindicatos precisam ter a capacidade de trazer o povo para a rua, a fim de impedir o fim da democracia no Brasil.

Como fazer isso?

É preciso que os dirigentes sindicais esqueçam os gabinetes, por um momento, e voltem para o contato diário com os trabalhadores. Esse é um dos caminhos para a aproximação do trabalhador.

“O olhar nos olhos, entre um dirigente sindical e os trabalhadores, é fundamental para que se estabeleça a relação de confiança e para que o trabalhador possa acreditar na entidade e lutar conosco”, salientou.

Segundo o professor, as conquistas sociais que hoje existem, como liberdade, voto universal e democracia, são inciativas dos trabalhadores. Por isso, precisam ser preservadas, pois “o sindicato não é apenas o instrumento de lutas a favor dos trabalhadores, mas é a espinha dorsal do Estado Democrático de Direito”, argumentou.

Fonte: Fetropar/ISC

   

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