Instituto São Cristóvão

Cursos oferecidos pelo ISC

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Transporte de cargas indivisíveis, você está preparado?

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Contêineres, máquinas, grandes toras de madeira, turbinas, geradores de energia eólica, peças com mais de 60 toneladas. Estes são alguns exemplos de cargas especiais que, constantemente, precisam ser transportadas pelas rodovias e estradas brasileiras.

Para transportar as “cargas indivisíveis” são necessários caminhões com boa estrutura e Autorização Especial de Tráfego (AET). Mas, além desses requisitos, é indispensável que o transporte seja feito por motoristas especializados nesse tipo de condução.

Essa é uma determinação que consta na resolução 168/04 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), em vigor desde julho do ano passado. Segundo a resolução, o transporte das cargas indivisíveis exige que os motoristas realizem um curso de especialização, com carga horária mínima de 50 horas.

“O transporte de indivisíveis é uma modalidade cuja demanda está crescendo no mercado. Por isso, o curso de formação permite que motorista vá além do cumprimento de uma lei de trânsito, pois garante a preparação necessária para a atuação nessa modalidade de direção especial”, afirma o presidente da Fetropar, João Batista da Silva.

Para realizar o treinamento, o motorista precisa preencher alguns requisitos, como ser maior de 21 anos e estar habilitado na categoria “C” ou “E” da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A certificação é oferecida gratuitamente pelo Instituto São Cristóvão (ISC) em parceria com a Fetropar. Noções de primeiros socorros, direção defensiva e movimentação de cargas são alguns dos temas tratados durante o treinamento.

Além disso, o curso de indivisíveis promovido pelo ISC é oferecido periodicamente para motoristas de diversas cidades do estado. Acesse o site e saiba mais.

Fonte: Fetropar

   

Curso de Oratória do ISC dá destaque à comunicação e recebe avaliação positiva dos alunos

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União, gratidão e aprendizado. Essas foram algumas das palavras que os participantes do curso de oratória utilizaram para se referir à finalização do treinamento, realizado em 18 de junho no Instituto São Cristóvão (ISC). Destinado aos diretores e associados do Sindeesmat, o curso teve a participação de 28 alunos. 

Durante três finais de semana (4, 11 e 18 de junho), os filiados do Sindicato participaram de diversas atividades interativas, como palestras, dinâmicas de grupo e vídeos. No dia da finalização, cada integrante fez um último vídeo sobre assuntos que lhe despertava o interesse. Alguns alunos escolheram contar experiências pessoais, enquanto outros optaram por trocar informações sobre diversos temas, como aposentadoria, saúde no trabalho, depressão e outros.

Ministrados pelas advogadas Beatriz Oliveira de Paola e Melissa Gonçales dos Santos, o curso de oratória foi voltado à comunicação. Segundo Beatriz, no último dia de treinamento foi possível perceber o quanto a equipe estava envolvida com as atividades.

“Nós trabalhamos com a questão dos canais de comunicação. Cada um tem o seu canal de percepção no mundo. Quando as pessoas conseguem perceber que nem todo mundo é igual, elas se comunicam melhor. E se irritam menos também”, explicou.

Para a professora, embora o tempo destinado ao curso seja curto, a comunicação dos alunos, no próprio ambiente de trabalho, terá resultados satisfatórios. Essa é a avaliação também do profissional de recursos humanos e filiado do Sindeesmat Gilmar Moreira Cabral.

“Eu vi muitos vídeos que mostravam como se expressar, como perder o medo de falar, como ver se a pessoa é sensitiva - se ela escuta mais, se ela sente mais ou se ela visualiza mais. E isso vai contribuir para a minha vida”, comentou.

No início, não foi muito fácil a interação. A vergonha e a timidez tomavam conta de alguns participantes. O borracheiro líder e filiado do Sindeesmat conta que chegou ao treinamento envergonhado e sem saber como seria. “E você sai daqui renovado. Você escuta as outras pessoas, aprende com os outros e com as professoras. Então, é muito gratificante”, considerou.

Participar das primeiras apresentações não foi uma tarefa fácil. Foi o que analisou a auxiliar de departamento pessoal e filiada do Sindeesmat Luciane das Graças de Moraes Soares. Ela imaginava um curso totalmente diferente.

“Fiquei um pouquinho assustada no começo. Mas adorei, porque aprendi muita coisa. Aprendi a falar melhor, a me expressar. Aprendi a ouvir as pessoas. Por meio disso, a gente começa a falar menos e melhor”, esclareceu.

A comunicação entre os trabalhadores também promete ser melhor a partir do curso. Essa é a avaliação do gerente de manutenção e diretor de Relações Sociais do Sindeesmat Salvador Silvano, que costuma manter contato com o mecânico, o eletricista e o lavador, por exemplo.

"Com o curso, eu aprendi que, se a pessoa não entendeu o que você está transmitindo, a culpa não é dela. A culpa é sua, que não está sabendo transmitir”, explicou.

Para finalizar o primeiro curso de oratória promovido pelo ISC, o presidente do Sindeesmat, Agisberto Rodrigues Ferreira Junior, e um dos diretores da Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Paraná (Fetropar) Agenor Pereira da Silva (vereador Cacá) agradeceram a participação e a iniciativa, que promete fortalecer o ISC e o próprio Sindicato.

Fonte: ISC

 

   

Curso de empilhadeira realizado pelo ISC prepara novos alunos para atuar no mercado de trabalho

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Desde 11 de junho, 14 novos alunos estão habilitados para trabalhar com empilhadeira. Formados pelo Instituto São Cristóvão (ISC), em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Toledo (Sinttrotol), os trabalhadores fizeram o curso profissionalizante da área. Com duração de 16 horas/aula, o treinamento para operador de empilhadeira foi dividido em aulas teóricas e práticas.

O curso atende à Norma Regulamentadora nº11 (NR-11), do Ministério do Trabalho e Emprego, que estabelece que todos os operadores de equipamentos com força motriz própria precisam participar de treinamento específico. Durante as aulas, os alunos receberam informações referentes aos aspectos da legislação e ao próprio conteúdo do curso.

Dentre os assuntos repassados aos trabalhadores, destacam-se os seguintes tópicos: conhecendo o equipamento; olhe para onde vai; conheça suas cargas; manuseio da carga em geral; elevar abaixo e inclinar; cuidado com os garfos; ultrapassando o comprimento da carga e transporte de cargas.

O instrutor Fernando Paulino da Silva revela que os alunos tiveram um bom aproveitamento, mesmo os que não tinham passado por nenhuma qualificação relacionada à operação de máquinas.

“Eles conseguiram ter um bom aproveitamento na questão de partes específicas, como lateralidade e noção espacial”, salientou.

Para quem não tinha ideia de como operar uma máquina, o curso trouxe novas habilidades. Foi o caso da instrutora Diane Arlete Henz, que trabalha com treinamentos na área de transporte escolar, coletivo, transporte de motofrete, mototaxi, indivisível, emergência e, até mesmo, curso de Movimentação e Operação de Produtos Perigosos (MOPP). Mas com máquinas maiores, esse foi o primeiro contato da instrutora.

“Uma coisa que chama a atenção é que precisamos ter conhecimento real da máquina, porque vamos trabalhar. E, realmente, aquilo é perigoso. Por isso, temos que tomar a responsabilidade em nossas mãos”, destacou.  

A instrutora conta que algumas situações foram difíceis na hora do aprendizado, porque ela não possui noção de espaço. Mesmo assim, não foi impossível adquirir novos conhecimentos. Agora, ela planeja buscar novas oportunidades.

“Eu penso em estudar mais sobre empilhadeira, praticar e, depois, atuar como professora”, relatou.  

O aluno Fabio Cezar Londero também busca novas projeções após o curso. Ele já trabalhou com maquinário agrícola - como colhedeira, que abrange o mesmo sistema de mecanismo. Por isso, ficou mais fácil na hora de participar do treinamento.

“E pretendo atuar como operador, se conseguir me encaixar em alguma vaga de emprego para esse ramo”, finaliza.

Fonte: ISC

   

Rodovia esburacada? Cuidado dobrado!

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Quem circula nas rodovias brasileiras conhece bem as condições de tráfego nessas estradas. Asfalto ruim, buracos para todos os lados e falta de sinalização são alguns dos problemas que acompanham as viagens de norte a sul do país.

Para o Instituto São Cristovão (ISC), ligado a Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Paraná (Fetropar), o motorista consegue minimizar prejuízos e garantir a segurança da sua viagem caso tome alguns cuidados ao transitar em vias nestas condições.

A atenção deve estar na direção e naquilo que cerca o motorista. Assim, reduzir a velocidade seria a primeira medida a ser adotada pelo motorista. É preciso ter cautela, por exemplo, ao desviar de poças d’água que podem esconder buracos.

Manter uma distância segura do carro da frente também é essencial, já que estando muito próximo a outro veículo o motorista pode ter dificuldade de reagir de maneira segura ao desviar de buracos.  

A manutenção regular do veículo é outro fator fundamental. Ao passar em vias com o asfalto ruim, os amortecedores e a suspensão do veículo podem ser prejudicadas. Isso compromete a segurança do motorista, especialmente quando ele estiver circulando em alta velocidade. Além disso, passar por buracos aumenta a chance de o pneu estourar e até mesmo amassar as rodas.

Por isso, além de ter o estepe sempre calibrado; as luzes de farol, lanterna, seta e freio também devem estar funcionando adequadamente.

O pivô, terminais de direção, buchas das bandejas e molas também devem ser verificadas na manutenção. Uma trinca no pivô da suspensão do carro, por exemplo, pode fazer com que o motorista perca o controle e se acidente.

O presidente da Fetropar, João Batista da Silva, acredita que o ideal seria termos estradas sem buracos ou falhas. “A falta de investimento nas rodovias coloca em risco a segurança do motorista. Enquanto as condições das estradas estiverem ruins, o motorista deve seguir as dicas de segurança para poder reduzir os riscos nessas viagens perigosas”, afirma o presidente.

Fonte: ISC/Fetropar

   

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